Revista Acontece Sul

Personalidade nos ambientes

em Arquitetura - quarta, 07 de novembro de 2012

Toda vez que nos deparamos com um novo projeto de arquitetura de interiores residencial, e um novo cliente, consequentemente, vem à mente de todo o arquiteto o seguinte questionamento: a definição da personalidade de quem vai utilizar este espaço.
Os ambientes residenciais devem refletir de alguma forma a personalidade de quem os utiliza, seja na disposição do mobiliário, seja nos tons de cores usadas, seja na organização de todo seu histórico de vida refletido em objetos e fotos queridas.
Nem sempre é fácil “extrair” de um cliente as informações necessárias e preciosas para que tenhamos subsídios para a elaboração de um projeto que venha ao encontro de suas necessidades. Usamos de subterfúgios, que aprendemos, com o tempo, para retirar do fundo de sua alma, as expectativas depositadas nesta obra. Outras vezes o cliente se expõe de uma maneira tão límpida e clara que fica fácil retribuir com um projeto suas necessidades. Toques de personalidade são dados para que a casa fique com a “cara” do cliente e não apresente “jeito de loja”. Porta retratos com fotos e objetos estimados podem e devem permanecer no ambiente, porém é claro, com um toque novo uma ideia de arquiteto.
Conjunto de fotos de família ficam ótimos em circulações, se reunidos da forma correta, com criatividade no uso de moldura e painéis e uma iluminação direcionada e cênica.
Camisetas do time do coração emolduradas em redomas de vidro dão um toque informal e curioso em uma ambientação.
Antiguidades, coleções e obras de arte herdadas ou adquiridas com o passar do tempo, devem fazer parte da ambientação com o merecido destaque, pois representam a sua trajetória de vida.
Portanto cliente, exponha suas ideias livremente a um profissional de arquitetura, assim você fornecerá o combustível que fomentará ideias criativas e surpreendentes para um projeto que tenha a “sua cara”.
 

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