Revista Acontece Sul

A criança do futuro está vivendo hoje

em Cidade - quarta, 10 de setembro de 2014


O que é mesmo ser criança? 

Muitas são as definições. Criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. Até o primeiro mês de vida são chamadas de recém nascidas.

Entre o segundo e o décimo-oitavo mês de vida, são chamadas de bebes. Elas assumem a denominação de criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade. 

A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-segundo ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcado pelo gradual crescimento da altura e do peso da criança - especialmente nos primeiros três anos e durante a puberdade. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa e na aquisição das bases de sua personalidade, que vai moldando, aperfeiçoando, no decorrer do tempo.

Crianças do sexo feminino são chamadas de meninas, e do sexo masculinos são meninos. Uma pequena percentagem são hermafroditas - embora o hermafroditismo seja apenas uma distinção biológica, e não necessariamente social ou psicológica. Fora as diferenças existentes no sistema reprodutor, meninos e meninas não diferem muito fisicamente entre si até o início da puberdade, com crianças de ambos os sexos, com a mesma idade, possuindo aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso.

 


Responsabilidade

 

O empreendedor é o único responsável por realizar seu sonho. Por isso, se errou, não culpa os outros, mas assume. A criança deve aprender a assumir as próprias ações. Se quebrou um vaso, deve dizer. Os pais devem dar espaço para ela contar sem amedrontá-la. Além disso, a criança deve ter suas tarefas dentro de casa, pois todos se ajudam, fazem parte de uma equipe. Guardar a roupa suja, levar o lixo, lavar o carro, passear com o cachorro, arrumar a cama. 

 


Ética

 

O empreendedorismo é uma ferramenta de transformação social, principalmente em países mais pobres, como o Brasil. Gera empregos, renda e ajuda a melhorar a vida das pessoas. O empreendedor deve ter, acima de tudo, ética: quer realizar seu sonho, mas sem precisar pisar em ninguém para isso. Como passar um conceito tão complexo para os pequenos? Bom, uma das atitudes você já deve ensinar. Ele pode até querer um carrinho, mas não pode pegar o do coleguinha. Respeito, cooperação, tudo começa aqui. E não se esqueça da sustentabilidade, afinal, é preciso cuidar do ambiente para que o planeta exista ainda por muito tempo e mais sonhos possam ser realizados.

 


Escola certa

 

Assim como é importante a família ser empreendedora, a escola deve estar afinada com esses valores. Não se trata de ter uma aula específica sobre empreendedorismo, como muitas fazem. Mas de ter atividades e uma maneira de ensinar que estimulem a criatividade, o pensamento crítico, a inovação.  Uma maneira de checar isso é observar se na escola há atividades  extracurriculares, como artes e esportes; se tem espaço livre para as crianças correrem e brincarem à vontade; se os alunos são incentivados a escolher e realizar projetos do interesse deles.

 

Os sonhos e a realidade


Empreendedorismo. A palavra, normalmente, é associada a quem abre uma empresa. O que, então, isso tem a ver com crianças?

O fato é que você quer que seus filhos sejam bem-sucedidos, felizes, capazes de realizar os próprios sonhos. Pois essa capacidade é justamente o que está por trás do empreendedorismo. Planejar agir, lidar com as frustrações e chegar a um resultado são ensinamentos que podem – e devem- ser passados às crianças pelos pais. Como? Usando pequenos exemplos, valorizando as ideias, estando sempre ao lado.

Todo mundo nasce com potencial para empreender, mas essa capacidade pode ser perdida ao longo da vida. Isso ocorre por dois motivos. Um deles é a escola que, muitas vezes, não treina a criança para ser questionadora, identificar oportunidades e lutar por elas, mas para decorar conteúdos e repetir o que outros já fizeram. Outra razão é justamente a família. Quando há nela pouco espaço para ideias diferentes, a capacidade de sonhar vai sendo podada aos poucos.

É para que esse potencial não seja perdido que seu filho precisa ser estimulado desde cedo. A criança é, naturalmente, empreendedora. Ela não sabe ainda que algumas coisas são mais difíceis ou impossíveis. Por isso, sonha alto. Trata-se, então, de incentivar características que seu filho já tem. Para isso, basta ensiná-lo a responder a duas perguntas fundamentais. A primeira é: Qual é o meu sonho? Descobrir o que se quer de verdade e diferenciar daquilo que é apenas um desejo é o primeiro passo. O sonho de verdade causa emoção, um brilho nos olhos. E a pessoa consegue energia para responder à próxima pergunta. O que devo fazer para realizá-lo? Assim como os adultos, a criança deve saber que nada acontece de graça, por acaso, e que existe um caminho a ser percorrido. Mas que, com perseverança, dá para chegar lá. Esse caminho tem que ser divertido. Afinal, o sonho é a nossa paixão. 

 



 

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