Revista Acontece Sul

CAPA

em Cidade - quarta, 04 de maro de 2015


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Para uns é um número difícil. Tem prédios por aí que não existe o andar 13. Tem hotéis por ai que não existe o quarto 13.

Para outros, é bem o contrário. O Zagalo que o diga.

Mas para nós é hora de comemorar. Mais um ano de trabalho, dedicação e bons resultados.

Isso nunca seria possível sem a colaboração, o apoio e a participação de muita gente. A todos nosso muito obrigado.

Mas essa caminhada que chega aos 13 anos, já tem muitos “cases” que merecem ser destacados.  Penso que é muito difícil uma revista com circulação periódica mensal, como a nossa Acontece, chegar tão longe como chegamos. Isso é confortante e nos enche de orgulho, de satisfação. Mas aumenta a responsabilidade.

 


O começo

A Acontece foi produzida na minha cabeça por muito tempo. É a história do sonho que virou realidade. Começamos como um jornal diferente. Impresso em papel couchê branco, poucas páginas, circulávamos a cada 15 dias, com distribuição gratuita. Foi assim um ano e meio. Alguns acreditavam no projeto. Muitos não. Democraticamente. Enquanto isso, a revista estava lá, na memória, sempre se mostrando. E aquela voz que de vez em quando fala no ouvido da gente, cobrava, cobrava, cobrava para que se transformasse em realidade. Até que aconteceu. Vamos fazer a revista. 

 


Fomos a luta, começamos a dar formas ao projeto.  Boneco pronto, patrocinadores arrumados, alguns cronistas aceitaram o convite, outros não, normal. Anjos e diabos foram consultados. O tempo passa e eis que o 1o. número (foto) fica pronto. Nossa quanta emoção ao ver a revista lá na gráfica. E aí começou, e não parou mais, a correria mensal para fazer a Acontece. Até hoje.

Dentre tantas coisas que ouvi, algumas nunca mais esqueci. Mas uma de meu pai, o saudoso Jimmy Rodrigues, carrego comigo: ‘faz a revista pela tua cabeça, não olha pra trás e nem ouve o monte de bobagens que poderão te dizer. Vai que pode dar certo”.  Fui, ou melhor, fomos. Ele, a Mirtes, o Marcelo e vários amigos e parceiros. E não paramos até agora.

 

O meio

Ai o negócio era durar cinco anos, pois afirmam os especialistas que uma empresa ou um negócio que dura cinco anos, vai embora. Corremos, lutamos, brigamos e chegamos ao quinto ano. Vitória.

Agora rumo aos 10. E prosseguimos na correria do dia-a-dia para todos os meses colocar a revista na rua.  Chegamos.  E aí criamos o Troféu Caxias, uma cria da Revista Acontece. E continuamos.

 

O Fim

Completando treze anos, temos como meta chegar aos 15. A luta vai continuar. O momento não é lá dos melhores. Mas vamos em frente, sempre com a colaboração verdadeira de muitos, como todos os nossos colunistas, como a Tati, a Marli, o Vilmar, os anunciantes (parte fundamental). Foram 13, queremos 15, depois 20. Essa é a vida. Mas nunca pretendemos chegar ao fim. Sempre queremos mais. 

Obrigado a todos que sempre estiveram ao nosso lado. A festa é de vocês.



 

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