Revista Acontece Sul

A bela Escandinávia

em Diversos - quarta, 02 de outubro de 2013

Após  20 anos retornei a Escandinávia e reencontrei a Dinamarca, Noruega e Suécia ainda  mais fascinantes. Modelos de sociedades que oferecem a seus cidadãos o mais alto nível de benefícios sociais, garantindo desenvolvimento e mantendo suas identidades culturais. Foi um roteiro desvendando as belezas de Copenhagen, Oslo e Estocolmo, além dos castelos da costa dinamarquesa, as belezas dos fiordes noruegueses e a região dos lagos suecos.
Começamos pela Dinamarca que tem a mais antiga monarquia da Escandinávia -  desde o período Viking no séc. VIII até hoje. O período dourado do reino acontece no séc.  XVII  com Cristiano IV, o rei-arquiteto,  com construções de cidades, castelos e fortalezas. Entre os castelos construídos por Cristiano IV estão Rosenborg em Copenhagen – hoje um museu com o mobiliário da época e as joias da coroa.
A fortaleza de Kronborg, em Helsingor, protege a entrada do mar Báltico, na parte mais estreita de apenas 4km entre a Dinamarca e Suécia.
Os marinheiros britânicos levavam de volta a Inglaterra entre outras historias Nórdicas a de um soberano do séc. V que tem a coroa usurpada pelo irmão, que casa com a viúva e o filho enlouquece. Tema que inspirara Shakespeare a escrever Hamlet – cujo trama se passaria em Kronborg.
A Dinamarca é o pais onde mais de 50% da população utiliza a bicicleta como meio de transporte, com a maior rede ciclo viária do mundo, proporcional ao seu território.  Em Copenhagen são 700 mil bicicletas com a via de ciclistas mais movimentada do planeta – com 36.000 ciclistas diários. 
A crise econômica que domina toda Europa, principal mercado da produção agrícola e industrial da Dinamarca, afeta o pais. A necessidade de enxugar gastos, em uma nação em que 35% da população ativa está no setor publico, atinge o sistema do bem-estar social reduzindo os benefícios estatais.  Mesmo assim, Copenhagen continua com  o titulo de capital com melhor qualidade de vida do mundo.
A renomada indústria náutica dinamarquesa desapareceu com a entrada da Polônia na Comunidade Européia para onde migrou, em função dos menores custos de mão de obra no porto de Gdansk, os maiores contratos de construção de navios. Mas o país detém ainda a liderança no transporte marítimo com a potente Maesk, que controla 45% de toda movimentação de containers pelo mundo. A fundação Maesk mantém, entre outros, a moderníssima Opera de Copenhagen – com 5 pavimentos abaixo do nível d’agua.
 
Mais informações com Beto Conte, diretor no Rio Grande do Sul do STB (www.stbrs.com),
pelo e-mail betoconte@stb.com.br ou pelo telefone (54) 3028.1818.

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