Revista Acontece Sul

Vamos ter um bebê...E Agora??????

em Diversos - segunda, 05 de maio de 2014


A chegada de um filho é sempre rodeada de muitas expectativas na vida do casal. É o momento em que felicidade, ansiedade e temores se misturam às dúvidas mais comuns sobre o assunto. Mãe de primeira viagem enfrenta um universo de incertezas sobre amamentação, sono, repouso, berço, roupas, banho, novas reações no bebê, entre muitas outras. E como quase toda mulher tem amiga, avó, mãe e tia para dar conselhos, pronto! - surgem novas dúvidas e conflitos internos, que só se multiplicam em diferentes períodos: 

 

GESTAÇÃO

Quais os sintomas físicos e mudanças emocionais?

Será menino ou menina?

E se a gravidez não foi planejada?

Bebês especiais

Preparativos para o parto e chegada do bebê

Relação com o bebê: emoções e desafios

Perda do bebê

 


PÓS GESTAÇÃO

Função paterna e materna

Amamentação

Cólica ou fome?

Filhos de outras relações

Novos papéis dos membros da família

E eu, mulher, como fico nesta história? 

A depressão pós parto

Manutenção do casal: libido e desejos

Principais cuidados com o bebê

 

 


Diante dessas e outras dúvidas, podemos pensar que o fato de a gravidez durar nove meses é uma bênção, pois nesse período ganhamos tempo para lidar com a ideia de um novo membro na família. Cada novo bebê é único, assim como cada gestação ou período de vida do casal, e quase todos os pais precisam tentar ajustar algum conflito entre ou dentro deles. Como por exemplo, no relacionamento com pais, irmãos e, claro, com o(a) parceiro(a). Tudo isso influenciará no conceito e na prática do que é tornar-se mãe/pai.

Se não bastassem todas essas mudanças, conflitos e dúvidas, surge um sentimento incomum, principalmente no primeiro período puerperal: a culpa! Porque, para muitas, ser mãe é sentir-se eternamente culpada, e esse sentimento, parece fazer parte da maternidade. É impressionante como todas as mães, em algum momento, já sentiram a tal da “culpa”. É bem verdade que toda mãe quer o melhor para o seu filho, assim como ser perfeita em tudo que faz. No entanto, o problema todo, mora no sofrimento dos deslizes que acreditam ter cometido. E, em vez de encarar com naturalidade esses acontecimentos, abrem brechas para o clássico sentimento da culpa, que não dá sossego. Trabalhando em casa ou fora o dia inteiro, toda mãe sente essa aflição, cada uma do seu jeito, cada uma com seus motivos. Então, é preciso aprender a preocupar-se menos e concentrar-se no que realmente importa para o desenvolvimento do seu filho, assim, abre-se a possibilidade de criá-los mais felizes e seguros. 

Portanto, mesmo tendo a noção sobre o que é ser bons ou maus pais e sobre a capacidade de realizar essa importante tarefa, a chegada de uma nova vida é ainda melhor quando se está preparado para recebê-la.  

 


 


 

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